<...continuação


SubidaO 2º dia foi o mais puxado, não só pelo fato de que só havia subida, mas também porque algumas pessoas ficam mais sensíveis ao famoso "mal das alturas", ou "soroche", como eles chamam por lá. O jeito e mascar mais algumas folhas de coca, e tomar uma pílula que se compra nas farmácias, própria para esse mal estar. Mas, se mesmo assim você não conseguir ficar bem, estão o jeito é apelar para as famosas "cholas", que fazem um "te" de folha de coca, que alivia muito nessa hora.

TopoSó para se ter uma idéia da altitude alcançada no 2º dia de caminhada, subimos de 3500m para 4200m, o que é bem desgastante para qualquer ser humano. O esforço físico é enorme, e o peso4 da sua mochila parece que duplica em comparação a uma altitude normal. Quando chegamos ao topo da montanha "Warmiñusqa", à 4.200 m, com aquela névoa e o vento forte e gelado, que corta a pele, demos as mãos e agradecemos por conseguirmos passar pela primeira, e pior de todas as etapas.

DescidaDescansamos e começamos a descer. O esforço também é grande, apesar de não faltar tanto fôlego, pois o terreno é íngreme e você tem que se equilibrar3 com o peso da mochila. O visual, no entanto, como em todo o trajeto é magnífico, pois você fica próximo as nuvens e ao mesmo tempo, perto de ruínas encobertas pela vegetação (Huarmi-huanusca). Seguindo a trilha, no meio de um vale, encontramos outro local para camping, (Pacaymayu), à 3.500 m e acabamos acampando.

continuação...>



Página anterior | 1 | 2 | 3 | Dicas Próxima página

 Volta | Inicio da página | Página principal
Aventura | Bike | Adventure Race | Montanhismo | Voo Livre